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Crise leva investidor para fundos internacionais

Diante da crise agravada pela pandemia do novo coronavírus, as incertezas políticas e econômicas no mercado interno, tem feito com que investidores brasileiros busquem cada vez mais levar seus investimentos para fundos internacionais.

Dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) confirmam esse movimento, que em maio, por exemplo, fundos de investimento multimercado com mais de 40% do patrimônio em ativos no exterior tiveram captação líquida positiva de R$ 5,1 bilhões, o que representa um aumento de 101,16% em relação ao mesmo período do ano passado.

O início da pandemia no Brasil gerou um aumento na procura de ativo em fundos com exposição no exterior, que lideraram o desempenho da classe de fundos multimercado em maio. A captação líquida saltou de R$ 3,37 bilhões em fevereiro para R$ 8,04 bilhões em março. Em abril, os multimercados no exterior caíram para captação líquida de R$ 1,91 bilhão, mas a recuperação em maio mostrou que a tendência em investir fora do país ainda persiste.

Assessoria de investimentos Vero

A assessoria de investimentos Vero, desde abril, por exemplo, passou a recomendar que os clientes de perfis moderados e arrojados coloquem 10% dos seus investimentos em fundos internacionais. Para os clientes da Vero, a orientação é deixar uma parte dos investimentos atrelados ao dólar para garantir uma proteção maior da carteira contra choques internacionais. Isso porque o dólar se valoriza em momentos de crise.

Segundo o assessor de investimentos Eduardo Akira, sócio da Vero, entre os ativos mais atrativos no exterior estão fundos de ações e multimercado nos Estados Unidos e na Europa. Além disso, a recomendação de investir no exterior é pelo fato de que outros países certamente se recuperarão mais rápido que o Brasil, da crise provocada pelo vírus. “No cenário interno não temos boa visibilidade no curto e médio prazo, então a diversificação internacional se tornou algo estratégico”, explica.

Ainda segundo Akira “No passado não existiam tantas opções de fundos internacionais como agora. Agora a gente tem, com proteção cambial e sem”. Akira explica que não é necessário abrir conta em corretoras de valores no exterior para investir fora do Brasil, já que as corretoras brasileiras possuem acesso a fundos com exposição internacional.

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Como antecipar o saque do auxílio emergencial e FGTS emergencial com o PagSeguro PagBank!

O PagSeguro PagBank, que promove soluções inovadoras em serviços financeiros e meios de pagamento, a partir de agora possibilita aos seus clientes a antecipação do saque do FGTS emergencial através da transferência do dinheiro para a conta PagBank, em duas opções: com o Cartão de Débito Virtual da CAIXA ou com o boleto bancário. Os pagamentos aos trabalhadores foram anunciados pelo Governo Federal para garantir a renda das famílias atingidas pela pandemia da Covid-19 e para ajudar a economia do país. Mas, saiba como antecipar o saque do auxílio emergencial ou do FGTS emergencial com o Pague Seguro, é fácil e não custa nada.

Assim como ocorreu com o auxílio emergencial, a liberação do saldo do FGTS será através da conta poupança digital da CAIXA, acessada pelo cidadão via app CAIXA Tem. No entanto, mantendo o dinheiro nesta conta, o beneficiário só poderá efetuar o saque ou usar livremente seu recurso após carência de 30 dias estabelecida pela Caixa Econômica Federal.

E assim os clientes do PagSeguro PagBank podem, se preferirem, antecipar o saque ou o uso desse recurso, bastando solicitar a transferência do seu saldo da Poupança Digital da Caixa, onde está alocado o seu saldo do FGTS, para a sua conta PagBank, onde o dinheiro estará disponível imediatamente.

Como transferir o auxílio emergencial com o PagSeguro PagBank?

Os beneficiários podem transferir os valores de auxílio emergencial de forma online, segura e sem custo: é só criar o cartão de débito virtual no aplicativo CAIXA Tem ou no aplicativo de correntistas da Caixa Econômica Federal e então cadastrá-lo no super app PagBank, clicando no botão “Adicionar Dinheiro” e escolhendo a opção de adicionar via cartão de débito virtual da CAIXA. Pronto! A transferência é gratuita e o saldo é liberado na hora. Agora você já sabe como antecipar o saque do auxílio emergencial ou FGT emergencial com o PagSeguro PagBank.

Outra alternativa é fazer a transferência do valor do FGTS através do boleto bancário. É só acessar o super app PagBank, clicar no botão “Adicionar Dinheiro”, selecionar a opção boleto e digitar o valor que será transferido para conta PagBank. Simples assim, o boleto estará gerado. Depois é só acessar o aplicativo CAIXA Tem e escolher a opção “Realizar Pagamentos”. Pronto, basta escolher pela leitura do código de barra ou digitar os números do código para realizar o pagamento. O dinheiro será encaminhado para a conta PagBank em até 3 dias úteis.

Sem cobrar taxas de manutenção, transferências e mensalidade, a conta digital gratuita PagBank é opção para milhões de beneficiários que não possuem contas bancárias ou que mantêm apenas a modalidade poupança em alguma das instituições financeiras do País.

O PagBank é um banco completo e grátis. É só baixar o app PagBank e criar a conta em menos de 3 minutos. No PagBank, é possível fazer e receber TEDs e transferências ilimitadas e gratuitas para qualquer banco. Inclusive você pode pagar contas, recarregar celular e receber 2% do valor de volta na sua conta. Além disso, você pode fazer pagamentos via QR Code nas Moderninhas do PagSeguro PagBank e ganhar 10% do valor de volta. E tem mais, ainda poderá ter um cartão internacional grátis que pode ser utilizado para compras em lojas e na internet, para pagar aplicativos e serviços como Uber, Spotify e Google Play e ainda ter acesso a saques grátis em toda rede Banco 24horas.

No PagBank também é possível fazer aplicação no CDB, com rendimentos de até 30% a mais que a poupança (120% do CDI) e com garantia FGC. Desta forma, todos os clientes que aplicarem nos CDBs podem também pedir um cartão de crédito VISA internacional, totalmente grátis, sem anuidade e com limite de crédito igual ao valor investido no CDB.2

Para mais informações de como usar o dinheiro do FGTS mais rápido com o PagBank, acesse este link. E aproveite e comppartilhe com seus amigos, afinal de contas muita gente quer saber como antecipar o saque do auxílio emergencial, e ainda mais com o PagSeguro PagBank.

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ROIT passa a oferecer soluções em inteligência artificial

A ROIT Consultoria e Contabilidade anuncia seu reposicionamento no mercado nacional e passa a oferecer soluções em inteligência artificial. O reposicionamento aconteceu depois de inúmeras análises de mercado e visitas ao setor de contabilidade norte-americano e europeu, grandes referências para ela desde o seu início.

A empresa agora passa a ser uma accountech: startup desenvolvedora de inovação, tecnologia e conteúdo estratégico para o setor de contabilidade, que engloba também o conceito e funcionalidades de Fintech, com a oferta de serviços financeiros e integrações bancárias.

Lucas Ribeiro, CEO e sócio-fundador da ROIT, explicou que “Com a revolução digital, que tem impactado e beneficiado quase todos os setores, surgiram muitas startups voltadas para a tecnologia, como as fintechs, no setor financeiro, as legaltechs, no jurídico, e as healthtechs, na saúde. O setor de contabilidade, por sua vez, está evoluindo com as accountechs: o termo ainda é recente no Brasil, mas já está sendo muito utilizado no exterior”, e a ROIT agora entra nesse novo modelo.

O que muda com a mudança para Accountech?

Agora como uma Accountech, a ROIT passa a oferecer soluções em inteligência artificial, RPA (Robot Process Automation) e blockchain para médias, grandes empresas e também escritórios de contabilidade.

Para a entrega das ofertas, a empresa contará com robôs para vários tipos de atividade, como por exemplo: robô fiscal, com quase 2 bilhões de combinações tributárias, regras de retenção, atualização legal com robô que lê e acompanha o diário oficial; robô contábil, que faz lançamentos de créditos e débitos após a chegada, classificação e extração de dados dos mais diversos tipos de documentos.

Além dessas soluções, há ainda o robô de contas a pagar, que gerencia toda a relação contábil, fiscal e bancária, com conciliações automáticas, ou desnecessárias, graças a um fluxo invertido de contabilização. Mas não é só isso, soluções automatizadas para folha de pagamento também serao disponibilizadas, com o ROIT People, que realiza desde o processo de admissão até a demissão, pelo celular ou pela web.

Processo de inovação da ROIT

Já há algum tempo que a ROIT, conhecida por prestar serviços de contabilidade e consultoria tributária e empresarial vem inovando em seu segmento. Em janeiro de 2016, por exemplo, a empresa iniciou sua atuação no mercado com foco em Lucro Real. Logo em seguida, investiu massivamente em tecnologia de ponta, com equipe própria de desenvolvimento de inteligência artificial e soluções disruptivas para o mercado contábil.

Segundo CEO ROIT, como o fiscal e o financeiro trabalham atualmente dissociados, o objetivo da empresa é que essas áreas estejam totalmente associadas, integradas e automatizadas, “é o verdadeiro estado da arte na contabilidade, tem chão ainda, mas estamos no caminho”, afirma Ribeiro.

“A ROIT é a primeira do país nesse segmento a implementar e usar a tecnologia integralmente, com machine learning e deep learning. Agora, somos uma Accountech, prontos para revolucionarmos a gestão contábil, fiscal e financeira de empresas gigantes a escritórios contábeis”, garante Lucas Ribeiro.

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Acesso, empresa especializada em serviços financeiros, abre 30 vagas de trabalho

A pandemia do novo coronavírus gerou uma crise mundial que atingiu em cheio a estrutura e organização, principalmente financeira de empresas do mundo inteiro. Algumas, inclusive, precisaram congelar os investimentos até a crise passar. No entanto, algumas organizações além de conseguirem manter os investimentos, estão conseguindo ampliar o quadro de colaboradores, mesmo durante o período de isolamento social. É o caso da Acesso, empresa especializada em serviços financeiros.

As empresas que têm conseguido ampliar os serviços mesmo com isolamento social, quarentena e a crise provocada pelo vírus, geralmente, são as dos setores de tecnologia e financeiro, já que ambos os serviços continuaram sendo ainda mais requisitados no atual cenário. Assim, empresas desse ramo de atuação, têm conseguido ampliar seus quadros de colaboradores.

Vagas abertas

A Acesso está disponibilizando 30 vagas de emprego distribuídas em diversos setores da empresa. São eles: departamentos de Produto, Desenvolvimento, Atendimento e Comercial. Os cargos disponíveis, são relacionados à engenharia de software, tanto desenvolvedores quanto líderes, operações financeiras, como intercâmbio e prevenção a fraudes, e atendimento ao cliente.

Para cada área de atuação, há um processo seletivo distinto. Entretanto, de modo geral, cada departamento vai ter um conjunto diversificado de pessoas para avaliar o candidato não só na parte técnica, mas também sua bagagem cultural. E em áreas como engenharia, por exemplo, há aplicação de testes técnicos e/ou resolução de casos.

Em um momento em que as empresas têm enxugado suas folhas de pessoal, a Acesso amplia sua equipe de colaboradores, gerando oportunidade para 30 profissionais que enfrentam o desemprego ampliado pela crise provocada pelo Covid-19.

Inscrições para seleção das vagas

Para participar do processo de seleção para preenchimento das vagas disponíveis, os interessados devem enviar o currículo para o e-mail [email protected] e mencionar o cargo em que têm interesse. Uma vez encaminhado o email, basta aguardar o retorno do gestor responsável com todas as etapas de avaliação.

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Consórcio: um excelente investimento

Muitas pessoas não conseguem fazer e executar um planejamento financeiro, que possibilitaria a compra da casa própria, ou do carro desejado, por exemplo. Ter uma boa educação financeira requer mudanças na forma de consumir.

“Nos últimos tempos, o número de pessoas que valorizam a importância do investimento financeiro, para a obtenção de um bem, aumentou muito. E nesse cenário, a procura pelo consórcio cresceu, demonstrando que o brasileiro passou a acreditar na modalidade e expõe maturidade quando se trata de suas finanças pessoais, revela José Roberto Luppi, diretor da BR Consórcios.

O cenário atual é incerto e fazer um planejamento financeiro é essencial para quem, mesmo diante de uma recessão, almeja ter segurança financeira.

O consórcio

Adquirir patrimônios é algo que a maioria das pessoas têm em mente, mas nem todo mundo está disposto a passar anos e anos pagando juros altíssimos. Assim, a adesão a um consórcio pode ser uma alternativa viável, por exemplo. Luppi os traz um exemplo bem prático: “Para exemplificar, imaginemos que o consórcio é o personal trainner para suas finanças. Você precisa investir mensalmente na prática das atividades físicas para alcançar o shape desejado. Acontece da mesma forma com a aquisição do consórcio, é um dinheiro a ser aplicado a cada mês, que garantirá a concretização dos seus objetivos, ou seja, que o seu bem seja adquirido”.

Se você quer investir, o consórcio é um modelo de investimento que dá certo. Raramente um consorciado desiste de pagar as parcelas, pois em grupo, sentem-se mais motivados. O tempo de cada consórcio varia de acordo com o crédito e pode ser pago de 36 a 200 vezes, e com poucos reais mensais, é possível programar a compra da sua moto, carro e até de sua casa. Parcelas acessíveis te fazem poupar e ainda construir um patrimônio.

Pequisa da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios

Uma Pesquisa, divulgada pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), que ouviu cerca de 1,6 mil jovens, revela que jovens de 18 a 34 anos estão ligados nas compras de bens pelo consórcio. Além disso, os resultados mostraram que 49% de homens e 51% das mulheres têm desejos, basicamente, focados na qualidade de vida. A pesquisa ainda aponta que 92% desses jovens aplicam na poupança92%, o que mostra jovens motivados em construírem o seu próprio futuro.

Independentemente da faixa etária, o planejamento financeiro pode possibilitar a aquisição de cotas dentro do orçamento, para a aquisição de patrimônio e programação do futuro, alcançando, quem sabe, sucesso financeiro.

“O consórcio é um agente educador dos novos tempos. É o modelo ideal de economia compartilhada. Ele conduz as pessoas e as famílias à formação de patrimônio e construção de um futuro financeiro mais seguro e confiável. Disso, eu não tenho nenhuma dúvida”, finaliza Luppi.

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Como declarar conta conjunta no Imposto de Renda

É comum que duas pessoas optem por uma conta conjunta quando compartilham das mesmas receitas e despesas, gerindo juntas o orçamento familiar. No entanto, na hora de enviar a declaração do Imposto de Renda, são muitas as dúvidas sobre como declarar uma conta conjunta.

Você tem uma conta conjunta e não sabe como declarar isso no imposto de renda? Eduardo Canova, CEO da Leoa, plataforma gratuita para assistência na declaração do Imposto de Renda, explica o passo a passo para contribuintes que ainda não enviaram a declaração.

Como declarar conta conjunta

Segundo Eduardo há duas maneiras de lançar a conta conjunta no Imposto de Renda. Na primeira situação temos os casais que declaram o imposto juntos, como cônjuge dependente. A outra diz respeito às pessoas que realizam a declaração separadamente, como companheiros, por exemplo.

O passo a passo para a declaração, você confere abaixo:

No primeiro passo a atenção deve-se voltar para a obrigatoriedade ou não da declaração. Por exemplo, é facultativo declarar contas correntes conjuntas que fecharam o ano-calendário, neste caso, 2019, com valor igual ou inferior a R$ 140. “Assim como a informação obrigatória dos rendimentos de pessoas físicas, o saldo de contas conjuntas também segue um padrão para o valor mínimo obrigatório, como salários e aluguéis”, explica Eduardo Canova, CEO da Leoa.

A segunda dica é que, para pessoas que declaram o imposto com cônjuge ou companheiro, é preciso informar a conta conjunta apenas uma vez, bastando assinalar a existência da conta e as informações necessárias sobre ela na declaração a ser enviada à Receita Federal. Nesse contexto, Canova ressalta que: “No caso de uma das pessoas da conta, seja ela seu cônjuge, filho, irmão e/ou outros, realizarem a declaração do Imposto de Renda individualmente, será necessário saber qual montante presente na conta pertence a cada um dos indivíduos. Assim, cada um declara o que lhe convém”.

Ao completar o preenchimento dos dados da declaração, as informações da conta conjunta devem ser lançadas na ficha “Bens e Direitos”, sob o código “61”, intitulado “Depósito Bancário em Conta Corrente no País”. Logo após, é preciso inserir no campo “Discriminação” a informação de que a conta declarada se trata de uma conta conjunta. “Esta é uma fase muito importante e burocrática da declaração, requerendo atenção. Nela, será preciso informar os dados da conta e o saldo presente em 31/12/2018 e 31/12/2019. No entanto, se a conta conjunta foi aberta somente em 2019, basta deixar o campo ‘saldo em 31/12/2018’ em branco”, explica o CEO da Leoa.

Realizados estes procedimentos, o contribuinte não precisará se preocupar com sua declaração, ou seja, é só enviá-la! E vale lembrar que, quem ainda não declarou, só tem até o dia 30 de junho para a entrega da declaração.

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Impacto do Imposto de Renda nos investimentos: como contorná-los?

O prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda (IR) já é dia 30 desse mês (junho) e aproveitando essa proximidade a Capital Research, primeira casa de análises 100% gratuita do Brasil, publicou um relatório sobre o impacto dos tributos no retorno dos seus investimentos.

O relatório revela que os investidores tendem a olhar só para o rendimento bruto de suas aplicações no dia a dia e podem acabar se surpreendendo com os descontos no momento da declaração do Imposto de Renda. Por isso, o analista-chefe, Samuel Torres, responsável pelo relatório, dá algumas dicas de como minimizar esse impacto.

Como minimizar esse impacto?

“Uma das coisas que deixa a conta do IR mais cara, por exemplo, é manter os investimentos na carteira por pouco tempo. Isso geralmente está ligado ao excesso de movimentações dos ativos (compras e vendas) em busca de uma rentabilidade maior, que pode acabar se perdendo com os efeitos tributários”, indica Torres.

Ele destaca que para alocar em algum investimento, normalmente é necessário resgatar/vender outros, o que pode gerar uma alíquota maior de Imposto de Renda. Com base nisso, o relatório da Capital Research adverte para casos em que corretoras e assessores recomendam a troca de toda ou grande parte de uma carteira de investimento em um período curto. No relatório ainda é esclarecido que, no caso do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que incide sobre Títulos do Tesouro (Tesouro Direto), CDB, debêntures e fundos de investimento também é necessário ficar atento à alíquota ao longo do tempo, mas minimizá-lo é um pouco mais fácil.

Entretanto, Torres explica que: “Segundo a  tabela do IOF, a alíquota do imposto é muito alta no começo (96%) e acaba corroendo quase todos os ganhos, porém, a partir do 30º dia, a alíquota vai a zero, de modo que, para escapar desse imposto, basta manter os investimentos sobre os quais incide IOF por pelo menos 30 dias”. Já no caso do IR, além da alíquota regressiva ter um prazo bem maior e nunca chegar a zero, um fator a se considerar é o chamado “diferimento”, que, em outras palavras, significa deixar o pagamento do imposto para o final do período de investimento em vez de pagá-lo ano a ano.

Declaração do IR

Os especialistas da Capital Research lembram que para a declaração do Imposto de Renda deste ano, é necessário informar os saldos e rendimentos de aplicações financeiras próprios e de dependentes e que os saldos de cada tipo de investimento devem ser postos em locais específicos.

“As aplicações financeiras devem ser informadas na ficha de Bens e Direitos, sob o código apropriado. Ações em carteira, cotas de fundos, títulos de renda fixa e contas poupança, por exemplo, são considerados bens, por isso é importante saber onde declará-los”, afirma Torres. Para ajudar o investidor nessa missão, a Capital Research também disponibilizou um tutorial que ensina como declarar cada tipo de investimento, passo a passo.

Caso ainda não tenha feito sua declaração e acha que o tutorial pode te ajudar, é só clicar aqui!

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Surpresa da taxa de juros e a nova era dos mercados internacionais

A busca por alternativas à poupança e o medo dos investidores em relação à política econômica do país, estão crescendo cada dia mais. Fomos pegos de surpresa com mais uma “agressividade” do corte de juros, e lógico, o mercado financeiro reagiu. Fechamos o dia com dólar acima de R$ 5,30, subindo 2,17%. O texto é um artigo escrito pela Bruna Allemann.

Para mim não foi surpresa, mas para muitos cada notícia dessa impacta. Precisamos lembrar que o mercado de investimentos brasileiros é muito jovem em relação a outros países. Foi muito triste ler uma notícia de outubro de 2019 onde o título era: “Número de investidores na Bolsa ultrapassa o de presidiários no país.” Isso mesmo que você leu. Até então tínhamos pouco mais de 800 mil presidiários contra pouco mais de 1 milhão de investidores da B3.

O que vem agora?

Poderíamos terminar este artigo por aqui. Mas, acredito que vale a pena desenvolver um pouco mais.

O que se esperar do índice de confiança em relação à investimentos e economia em um país que até menos de nove meses atrás, tinha mais presidiários do que seus próprios cidadãos confiantes em investir em seu próprio país? Muitas oportunidades surgiram desde então. Somamos agora inúmeros influencers financeiros e os brasileiros estão cada vez mais familiarizados com todos os tipos de investimento, correndo atrás de uma renda passiva ou mesmo como uma forma de guardar e fazer seu suado dinheiro render. Impressionante o trabalho árduo que esses grandes influencers de finanças fizeram, precisamos parabenizá-los. Mas agora o jogo virou, e o investidor que já está mais adaptado a nova realidade de renda passiva, quer mais!

Um amigo querido do mercado escreveu o seguinte – cinco motivos pelos quais seria difícil o real se valorizar frente ao dólar:

  • Brasil tem e terá dificuldades para crescer nesse cenário de Coronavírus, logo a atração de capital para investimentos fica prejudicada;
  • A situação fiscal se deteriorou com a crise e isso afugenta investidores com receio de solvência no longo prazo;
  • discussões e divergências políticas constantes;
  • movimento global de busca por qualidade e proteção no dólar;
  • por último, mas não menos importante, os juros mais baixos.

Por esse e inúmeros outros motivos o Real foi uma das moedas de pior performance durante a crise, dentro dos países emergentes. Não sabemos até onde tudo isso vai chegar, mas já vimos uma certa movimentação.

Análise no comecinho da crise

Em uma análise realizada no início da crise já mostrava que os fundos de investimento com mais de 20% de ativos alocados no exterior tinham sofrido um menor impacto e aqueles com 40%, foram os que melhor performaram.

Com isso veio a crescente demanda de fundos de investimentos com cotas no exterior, desde o investidor do varejo até o mais qualificado (que cá entre nós já tinha esse produto disponível). Mesmo que a moda pegue, entenda, que a maior parte da performance foi por conta da desvalorização do real, aqueles fundos sem hedge. E se você apostar nessa querendo os mesmos ganhos, acredito que está indo pelo caminho errado.

Dólar é proteção contra as oscilações, e viés político brasileiro que atrapalha a eficiência da nossa economia e investimentos. Somos instáveis, não importa se for direita ou esquerda. A crise política do Brasil existe antes mesmo dos influencers surgirem na internet.

Estude, entenda, e SIM, é importante proteger seu patrimônio. Assim como alguém protege a família. Warren Buffet já disse: Never Bet Against America; Nothing Can Stop This Nation!

Repense! Diversifique! 

Sobre Bruna Allemann

Atuou dez anos no mercado de crédito e investimentos para clientes de alta renda, auxiliando os médios e grandes empresários principalmente dos setores de agronegócio e comércio exterior. Atualmente auxilia brasileiros a internacionalizar e dolarização de patrimônio, imigração através de investimentos e gestão de recursos offshore como Diretora de Investimentos e Capital Markets de uma grande empresa americana. Para saber mais, acesse o perfil @bruallemann ou conecte-se no LinkedIn.

 Disclaimer: Esta não é uma oferta pública de investimentos. As informações contidas neste artigo são de caráter exclusivamente informativo e não se constituem em qualquer tipo de aconselhamento, sugestão ou oferta de investimentos, não devendo ser utilizadas com este propósito.

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Versão 2.0 do Bitfy traz novidades

Nova versão do Bitfy, carteira multiuso e sem custódia de bitcoins, já está disponível. A atualização além de trazer um layout novo, mais prático e seguro, aumento de privacidade por meio do modo de visualização do saldo, permite a exibição dos valores em reais e dólares.

Com a nova versão  do aplicativo (2.0) é possível, inclusive, a escolha de taxas de transferência entre carteiras.“A Bitfy não tem ganhos nesse tipo de transferência, ela é destinada aos mineradores da rede. A partir de agora o cliente pode escolher entre três taxas: ‘prioritária’, ‘normal’ e ‘baixa prioridade’, sendo essas com expectativas de confirmação na rede em 10 minutos, 2 horas e até 24h respectivamente”, explica Lucas Schoch, CEO da Bitfy.

Quer mais funcionalidade?

Outra nova funcionalidade importante é o cadastro em duas etapas. Segundo Schoch, muitos dos usuários de criptomoedas têm interesse em funcionalidades básicas de carteira, a nova versão permite que essa pessoa use apenas a função carteira (envio e recebimento de bitcoin) sem acesso aos dados pessoais, ou seja, sem se preocupar com monitoramento atrelado a seu perfil. Em outras palavras, a versão foi pensada para atender melhor os usuários.

No entanto, cabe ressaltar que a Bitfy é aderente a todos os mecanismos criados pelos órgãos brasileiros no que se refere a monitoramento e uso de criptomoedas no Brasil. Então, para utilizar os outros recursos do aplicativo, o usuário precisará completar seu cadastro.

Mas não para pr aí! O Bitfy 2.0 ainda terá uma nova seção de ofertas, onde estarão reunidos todos os produtos e serviços pré-pagos com descontos exclusivos em uma área específica do aplicativo. Essa nova versão realmente foi projetada para ampliar as possibilidades.

O aplicativo está disponível tanto para android, como para iOS. Para baixá-lo basta clicar aqui: Android | iOS.

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Por que o dinheiro vai acabar?

Podemos dizer que o dinheiro é uma das maiores invenções da humanidade. E, apesar da proliferação de outras modalidades, principalmente no decorrer do último século, pagamentos “in cash” têm particularidades que os métodos alternativos parecem não poder igualar – dentre os quais, a garantia do anonimato, compensação imediata e aceitação universal (principalmente se estivermos falando de dólar ou euro).

Além disso, ele pode ser usado mesmo se o mundo acordar sem energia elétrica, por exemplo. No entanto, apesar de todas essas “maravilhosas” características, um número cada vez maior de economistas vem defendendo que cédulas e moedas sejam definitivamente aposentadas – até por questões de higiene.

Por quê?

Você deve estar se perguntando: “Tanto espírito crítico por quê?”. A melhor resposta talvez esteja em um livro chamado A Maldição do Dinheiro, de Kenneth Rogoff. O autor, professor de Políticas Públicas na Universidade de Harvard e ex-economista-chefe do FMI, ressalta o lado obscuro do dinheiro – que, no atual cenário tecnológico, torna absolutamente sem efeito suas pseudoqualidades.

Rogoff tece comentários sobre o tal “anonimato” de seu uso. “Só poderia ser considerado algo bom se não houvesse criminosos na face da Terra.” Mas eles existem – aliás, aos montes! E o chamado “dinheiro vivo” é a melhor forma de financiamento para atividades que envolvem tráfico, sonegação e terrorismo.

Pelas contas do economista, há, neste exato momento, mais de US$ 1,5 trilhão em notas circulando fora do sistema bancário. Para quem trabalha no setor financeiro e assiste, todos os dias, ao surgimento de mais e melhores ferramentas eletrônicas antifraude, esse número é simplesmente espantoso. Porque nada pode ser pior para o cidadão cumpridor de seus deveres do que deixar seu dinheiro à própria sorte. Porém, como sabemos, parte considerável desse montante não está nas mãos de gente honesta.

Rogoff defende também que um mundo sem dinheiro (no qual as pessoas comprariam produtos e serviços, pagariam suas contas e fariam todo tipo de transferência monetária única e exclusivamente via cartões de débito ou crédito e sistemas de pagamentos digitais) tornaria a política monetária dos países mais eficaz. Além disso, a segurança das operações é uma realidade palpável, que torna baixíssimo o custo de cada operação (e nem estou comparando ao custo de produzir dinheiro).

Muitos detratores do fim do dinheiro citam a população que não faz parte do sistema bancário como um problema, já que ela ficaria ainda mais marginalizada – no Brasil, são cerca de 60 milhões de pessoas. Mas esses detratores estão presos a um cenário antigo – e mais ainda no pós-pandemia. Com a tecnologia atual, qualquer pessoa que tenha um smartphone  (e eles estão cada vez mais baratos) pode ter uma conta virtual, para receber ou fazer pagamentos, sem necessidade de manter vínculo com bancos ou financeiras. Pode, também, ter uma empresa operando online na palma da mão e acesso a todo tipo de produto/serviço financeiro.

Há também os que batem na tecla de que ONGs e igrejas sobrevivem, sobretudo, de doações – e estas se dão, muitas vezes, de forma anônima na maioria das vezes, até porque, segundo a pesquisa Giving Report 2019 Brasil, realizada pela IDIS, cerca de 68% das pessoas preferem que suas doações não sejam identificadas. Ou seja: creem que devem “fazer o bem sem olhar a quem”, mas também “sem dizê-lo a ninguém”.

Pode ser… Mas já está provado que é mais fácil e seguro doar o quanto quiser eletronicamente. Além disso, via aplicativo, a doação se torna absolutamente transparente tanto para quem a faz quanto para quem a recebe – o que, a princípio, ajuda a convencer mais gente a doar. Basta ver os mais de US$ 10 bilhões doados por clientes do PayPal em 2019 por meio de nossa plataforma para milhares de instituições mundo afora.

E há os que simplesmente gostam de saber que levam dinheiro no bolso – para comprar um chiclete ou pagar o almoço. Esta, convenhamos, me parece a alegação mais estranha de todas para que se mantenham cédulas e moedas em circulação – já que todas as tecnologias levam ao modelo contactless.

E mais ainda depois da Covid-19.

Quer outra razão pandêmica para apostar na moeda 100% eletrônica? Pois faça uma pesquisa no Google com as palavras “dinheiro”, “bactérias” e “vírus”. Aliás, clique aqui, porque eu já fiz isso para você. Mas cuidado: os resultados podem ser bastante indigestos.

por Lucas Medola, CFO do PayPal para a América Latina

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Evento discute a reforma Tributária pós Covid-19

Evento online promovido pela ANAFISCO – Associação Nacional dos Auditores Fiscais dos Tributos dos Municípios e do Distrito Federal – promete aquecer as discussões sobre a reforma tributária pós Covid-19, e traz informações fundamentais sobre o movimento SIMPLIFICA JÁ, criado pela entidade e apoiado por diversas associações representativas do setor público e privado, que deve ser o grande agente transformador da nossa realidade nos próximos anos.

Este será o segundo evento sobre o assunto. O primeiro Webinar, realizado no dia 16 de junho, foi interno e trouxe, também, a contribuição das entidades fomentadoras e apoiadoras do movimento. Agora, será a primeira vez em que a população poderá participar e, efetivamente, dar sua opinião e tirar dúvidas sobre o assunto.

Detalhes do Evento

O webinar aberto, que vai acontecer pelo aplicativo Zoom, será moderado por Ellen Jocham, Diretora de Eventos da ANAFISCO, terá apresentação do assessor da ANAFISCO, Alberto Macedo, e já tem confirmada a contribuição de representantes de entidades e do poder público:

  • Major Olímpio, Senador e sub-relator da Comissão Mista para Reforma Tributária;
  • Silvio Costa Filho, Deputado Federal;
  • José Coimbra Patriota Filho, Prefeito de Afogados da Ingazeira/PE; e Presidente da AMUPE – Associação Municipalista de Pernambuco;
  • Gilberto Silva Ramos, Secretário da Fazenda de Contagem/MG;
  • Reynaldo Lima Jr, Presidente do SESCON-SP – Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo;
  • Heleno Taveira Torres, Professor da Faculdade de Direito da USP;
  • Alfredo Maranca, Presidente da SINAFRESP – Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo;
  • Cássio Vieira, Presidente da ANAFISCO.

O encontro terá espaço para debate do tema e perguntas, ao final, e deve ter duração máxima de 2h. Link para inscrição AQUI

Serviço

1º Webinar ANAFISCO

Tema:  SIMPLIFICA JÁ e a Reforma Tributária Pós Covid-19

Data : 24.06.2020

Hora: 19h00

Link para inscrição via ZOOM

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WhatsApp ganha sistema de transferência de dinheiro e especialista alerta sobre cuidados com a segurança digital

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (15) que o Brasil será o primeiro país a receber um recurso que possibilita transferências e pagamentos através do próprio aplicativo. A ferramenta ainda está em testes e, por enquanto, está sendo liberada para grupos específicos de usuários do WhatsApp.

A nova funcionalidade, porém, faz com que o brasileiro fique mais alerta já que o número de golpes pelo programa tem aumentado. De acordo com o PS Safe, uma empresa de segurança digital, em média 23 pessoas são vítimas de golpes pelo WhatsApp diariamente no país. Ao todo, já foram mais de 8,5 milhões de vítimas.

As transferências via WhatsApp serão processadas pela Cielo e funcionarão a partir do Facebook Pay. Inicialmente, será possível realizar pagamentos através de cartões de débito e créditos do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi.

Sylvia Bellio, especialista em infraestrutura de TI e CEO da itl.tech, empresa considerada a maior revendedora da Dell Technologies no Brasil por quatro anos consecutivos, pontua que mais do nunca será preciso ficar atento a procedimentos básicos de segurança e conhecer o sistema.

A especialista explica que os dados dos cartões ficarão cadastrados no sistema e a proteção é feita através da criptografia, que é uma tecnologia que embaralha as informações.

“O Facebook Pay possui um sistema de segurança, que é uma senha de seis dígitos chamada de ‘PIN’, que é exigida na hora das transações. Isso deixa o sistema mais seguro. Contudo, é aconselhável ficar atento a questões como a proteção do próprio aparelho celular e o caso de pessoas desconhecidas que pedem confirmações de mensagens, por exemplo”, alerta.

Cuidados com a segurança

Sylvia Bellio comenta que recentemente, uma das modalidades de golpe de WhatsAPP que mais cresceu foi a clonagem. Ela explica que nesse caso o criminoso finge ser uma pessoa de uma loja ou serviço e pede para a vítima um código de confirmação que foi enviado. Sem saber que esse código é um método para trocar o acesso ao aplicativo, muitas pessoas acabam informando ao golpista as letras e números.

“Esse golpe pode facilitar o acesso à conta caso o dono do WhatsApp tenha cadastrado um PIN fraco, como uma sequência numérica de 123456, que é o que muitas pessoas fazem”, explica a especialista.

Sylvia elenca algumas dicas que podem ser utilizadas para evitar ser surpreendido por um golpe e perder dinheiro no novo método de pagamento do WhatsApp:

  • Desconfie de links com promoções enviados por números desconhecidos pelo WhatsApp;
  • Não confirme dados pessoais ou repasse códigos recebidos por SMS para pessoas no telefone. Esse golpe tem sido muito comum, sendo que ele é utilizado para clonar o WhatsApp. Depois de ter acesso ao aplicativo, os criminosos geralmente pedem dinheiro para contatos próximos da vítima ou realizam a extorsão para devolver o acesso;
  • O número de aplicativos falsos que imitam o WhatsApp se multiplicou. Em caso de dúvida, acesse o site da plataforma para verificar qual o nome da aplicação oficial;
  • Use o método de segurança de verificação em duas etapas no WhatsApp. A verificação em duas etapas é um procedimento que garante a segurança de suas informações porque cria duas senhas diferentes para acessar uma conta, o que complica a vida de fraudadores. O sistema é importante porque impossibilita que o criminoso use o recurso de “esqueci minha senha” para modificar o acesso à conta da vítima;
  • Cibercriminosos acabam utilizando de brechas no sistema para cometer fraudes. Por causa disso, é essencial que se mantenha tanto o celular quanto o próprio WhatsApp sempre atualizado. As atualizações de software dos dispositivos e versões dos aplicativos servem justamente para coibir falhas que podem servir de porta para deixar o usuário vulnerável;
  • O ideal é nunca usar uma conexão pública ou gratuita de Wi-Fi para entrar em aplicativos de banco ou realizar transferências, compras e pagamentos pelo WhatsApp. Elas podem estar infectadas com vírus e malwares que podem servir para roubar informações pessoais dos clientes.
  • Apesar de os métodos serem extremamente seguros, é preciso tomar cuidado com os procedimentos de segurança dos aparelhos. Mesmo quem não costuma realizar pagamentos por aplicativos ou programas de banco, precisa manter celulares, computadores e tablets com senhas de acesso. As senhas dificultam que os softwares sejam utilizados em caso de roubo ou furto;
  • Um dos focos do pagamento serão pequenas empresas, comércios locais e até mesmo transferências entre familiares e amigos. Por isso, é preciso ter certeza se os contatos que estão recebendo o dinheiro estão corretos.

Sobre Sylvia Bellio

CEO E cofundadora da itl.tech – empresa eleita por quatro anos consecutivos o Maior Canal de Vendas Dell Technologies.

É autora dos livros “Simplificando TI” e “Impressões Digitais”.

Iniciou a carreira no setor financeiro, atuando como gerente da área administrativa de uma grande Instituição Financeira.

Com mais de 15 anos de experiência no mercado de tecnologia conduz sua equipe de arquitetos de soluções e executivos de negócios para se posicionarem lado a lado com os profissionais de TI na busca de soluções para resolver os desafios de negócios das empresas.

Introduziu no Brasil fabricantes como: DotHill Systems de armazenamento FC; EqualLogic armazenamento iSCSI; Force10 de networking; Compellent de armazenamento FC|ISCI.

Tem papel de destaque no empoderamento feminino dentro do universo da tecnologia.  É a única mulher a compor o conselho das empresas parceiras da Dell no Brasil. Participou de diversas edições do Dell World e Membro do DWEN e participante das últimas edições do Dell Women’s Entrepreneur Network e integrante do Female Force Latam.

Sobre a itl.tech

No mercado há mais de 15 anos, a itl.tech é uma empresa de tecnologia que oferece serviços de projetos de TI, Arquitetura Digital, Consultoria, Integração, Suporte, Virtualização, Cloud Computing e Segurança.

A empresa foi considerada, por quatro anos consecutivos, o maior canal de vendas da Dell Technologies no Brasil. Além disso, o empreendimento faz parte da elite dos canais Dell, pois é Titanium, degrau mais alto do programa Partner Direct.

Oferece toda linha de produtos Dell EMC através de um modelo de negócios direto com o fabricante e suportado pelos melhores profissionais de pré-vendas, vendas e pós-vendas do segmento.

Atua com base no conceito de ser, realmente, um provedor de soluções, não apenas mais um revendedor de produtos, a itl.tech participa ativamente junto aos projetos de seus clientes, suportando-os da pré-venda à pós-venda, provendo todos os serviços de suporte e assistência técnica que as soluções demandarem.

Os conceitos que resumem a itl.tech são: Tradição, Confiança, Respeito, Credibilidade e Flexibilidade.

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Como declarar o aluguel no Imposto de Renda

A declaração de aluguel é um tema que gera muitas dúvidas na hora de prestar contas ao Fisco. Seja locador ou locatário de um imóvel, não há escapatória, se estiver dentro das regras de obrigatoriedade, tem que informar esses valores na Declaração de Imposto de Renda. A IOB, marca referência nas áreas contábil, fiscal, tributária e trabalhista, preparou algumas dicas para os contribuintes declararem corretamente. Saiba como declarar o aluguel no imposto de renda com algumas dicas simples, e não tem problemas com suas finanças pessoais.

Vale lembrar que a Receita Federal não alterou a liberação dos lotes de restituição. Portanto, é bom lembrar que, quem pode enviar antes do prazo limite,

será restituído primeiro – o Governo liberou a pagar esses montantes no fim do mês passado. Além disso, quem já declarou e está preocupado com a data da restituição, pode ficar tranquilo. No programa da receita, é possível visualizar se a declaração já foi processada e em qual lote sua restituição será paga.

Como declarar o pagamento de aluguel?

O aluguel pago para pessoa física, deve ser informado na Declaração de Imposto de Renda. Já o pagamento de aluguel para pessoa jurídica não é obrigatório informar. O contribuinte deve fazer o download do programa da Receita Federal e seguir os seguintes passos:

  1. Abra a ficha “Pagamentos Efetuados”;
  2. Informe o código “70 – Aluguéis de imóveis”;
  3. Informe o CPF ou o CNPJ, o nome do locador e o total de valores pagos em 2019.

A operação não resulta em nenhum benefício fiscal e deve ser informada para que haja o cruzamento das informações com a declaração do beneficiário do rendimento. A omissão pode fazer o contribuinte cair na malha fina e pagar uma multa de 20% do valor não declarado – nos casos em que a declaração é obrigatória porque o pagamento da locação foi realizado para  uma pessoa física.

Para casais locadores de imóveis, casados no civil ou em união estável, os rendimentos dos aluguéis são tributados na proporção de 50% em nome de cada cônjuge ou em 100% no nome de um dos cônjuges. A única exceção é quando há um contrato escrito entre os companheiros, pois, neste caso, a porcentagem fixada nele será a válida.

Recebo pagamentos de aluguel, como devo declarar?

Para os rendimentos de outra pessoa física em 2019, aponte os valores recebidos e faça o recolhimento mensal do Carnê-Leão, caso o montante mensal supere R$ 1.903,98, é preciso  informar os valores da seguinte forma:

  1. Selecione a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física/Exterior” e indique se o rendimento é do titular ou do dependente na aba “Outras Informações”.
  2. Na coluna “Rendimentos – Aluguéis”, indique, no mês correspondente, o valor do aluguel recebido e, na coluna “Carnê-Leão – DARF pago código 0190”, coloque o valor do imposto recolhido.

Do valor bruto do aluguel, podem ser subtraídos, quando o encargo tenha sido exclusivamente do locador, somente quantias relativas a:

  1. impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento;
  2. aluguel pago pela locação de imóvel sublocado;
  3. despesas pagas para cobrança ou recebimento do rendimento;
  4. despesas de condomínio.

Quando o imóvel alugado pertencer a mais de uma pessoa física, o contrato de locação deve discriminar a porcentagem do aluguel que cabe a cada dono. Caso não tenha esta cláusula, é recomendável fazer um aditivo. Já para os aluguéis pagos por pessoa jurídica, os valores devem ser informados com base no comprovante de rendimento fornecido pelo locatário. Com os dados deste documento, preencha a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”, indicando o CNPJ, o nome da fonte pagadora, os valores dos rendimentos recebidos e o valor do imposto retido.

“Tanto para quem aluga, como para quem tem um imóvel alugado, informar o aluguel corretamente é muito importante porque com o cruzamento de dados,  a Receita consegue identificar qualquer inconsistência e isso pode resultar em multa para o contribuinte”, afirma Milena Sanches Tayano dos Santos, gerente de conteúdo regulatório e jurídico da IOB.

Agora você já sabe como declarar o aluguel no imposto de renda e para mais informações sobre a Declaração do Imposto de Renda, acesse o site da IOB. O site está cheio de dicas como essa.

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Imposto de Renda 2020: Idosos estão isentos?

O Brasil soma 28 milhões de idosos (pessoas com mais de 60 anos), segundo dados da Organização Mundial da Sáude – OMS, isso representa 13% da população do país. E dúvida muito comum da turma da melhor idade é quanto à declaração do Imposto de Renda. Mas, eles precisam declarar?  Depende. A IOB, marca referência nas áreas contábil, fiscal, tributária e trabalhista, preparou algumas dicas para esclarecer quem deve declarar ou quem está isento.

Independente da idade, todo contribuinte que receber rendimentos tributáveis acima de R$28.559,70 e rendimentos isentos acima de R$40 mil no ano-calendário (2019), tem que declarar o Imposto de Renda. Assim, pessoas com mais de 60 anos, nessas condições, declaram! Para quem já é aposentado, o valor dos descontos do IR deve ser declarado conforme o informe de rendimento fornecido pelo INSS – documento disponível nas agências do INSS ou no site “Meu INSS”.

Se o aposentado continua trabalhando, ele precisa declarar o benefício que recebe do INSS e seu salário de forma separada – cada um no seu campo correspondente, conforme os informes de rendimentos. Tendo então, duas formas de preencher. O salário pago pela empresa deve ser informado na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica – PJ”. Se também recebeu rendimentos por serviços feitos para pessoa física, é preciso declarar na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física – PF/Exterior”.

Já os idosos que recebem pensão de aposentadoria de outro regime de Previdência ou por morte, deve declarar os dois benefícios no Imposto de Renda, precisando abrir uma ficha para cada situação em “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica – PJ”. Para os aposentados por doenças graves e/ou invalidez, se a aposentadoria for a única renda e não superar R$40 mil no ano, não é obrigatório declarar.

Aposentados com mais de 65 anos têm que tomar cuidado na hora de declarar, principalmente, se tiver outra fonte de renda. Aposentados pela Previdência Social têm direito à isenção de imposto de renda sobre uma parcela da sua aposentadoria a partir do mês em que completam 65 anos. Em 2019, o teto mensal de isenção foi de R$ 1.903,98, e o anual foi de R$ 24.751,74. O valor até esse limite deve ser informado como Rendimento Isento e Não Tributável. Já o excesso, se tiver, como Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas. O benefício não deve ser aplicado para os demais rendimentos tributáveis. E se tiver mais de uma aposentadoria, ele não é cumulativo.

Restituição antecipada

Há prioridade para contribuintes com mais de 60 anos, por lei, para receber a restituição, ou seja, se o idoso não cair na malha fina com seus informes, ele receberá a restituição primeiro. Valdir Amorim, coordenador de impostos da IOB lembra: “A Receita considera todos que recebem rendimentos, de acordo com algumas faixas estabelecidas, contribuintes que devem declarar e pagar o imposto, independente da idade. Porém, quem tem mais de 60 tem prioridade na hora de receber a restituição. Porém, Amorim alerta que se “ao consultar o processamento da declaração, o aposentado descobrir que precisa alterar alguma informação e entregar uma declaração retificadora, passa então a valer o prazo de envio da retificação”, ressalta.

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Pós pandemia: 5 tendências em contabilidade e gestão

Manter a contabilidade em dia nunca foi tão importante como nesse momento. Administrar um negócio no cenário atual requer um diagnóstico quase que diário da saúde da empresa. Manter a contabilidade em dia, além de poder diagnosticar a saúde da empresa facilita a solicitação de empréstimos, o que para algumas empresas já é realidade seja para manter a equipe de funcionários, manter os fornecedores ou investir em produtos para superar a crise.

A modernização no setor de contabilidade já era importante antes mesmo da pandemia, com o isolamento social, a transformação digital era inevitável. Mas, incentivar a digitalização é um desafio em relação às empresas, que criaram o hábito de imprimir papéis e enviá-los até o contador. A transformação digital também precisa acontecer nos setores administrativos das empresas, para que o processo seja agilizado e as pendências sejam resolvidas.

“Na Capital Social, escritório de contabilidade com 10 anos de atuação em São Paulo, sempre fomos preocupados em oferecer as soluções mais ágeis para os clientes. Por isso, nosso sistema contábil fica disponível na nuvem. Sendo assim, trabalhar em home office não foi uma dificuldade para a gente. Todos os documentos, arquivos e fichas de clientes estão disponíveis para os colaboradores, de modo a facilitar o acesso à informação”, relata Regina Fernandes, contadora e responsável técnica da Capital Social.

A empresa conta com um sistema que faz um gerenciamento de e-mails, alertando sobre mensagens pendentes e o prazo de resposta por parte da Capital Social. Essa ferramenta ajuda na agilidade do atendimento.

A rotina de trabalho da Capital Social sempre esteve presente a cultura digital. No atual cenário, isso foi muito importante para dar confiança e segurança para os clientes que encontravam-se perdidos, mergulhados em documentações.

Com base na experiência da empresa, Regina listou cinco tendências em contabilidade que devem permanecer após a pandemia:

1) Contabilidade consultiva: os serviços de contabilidade tendem a ser muito mais digitais, com atendimento remoto e reuniões por videoconferência. Não existe mais isso de solicitar uma informação ao escritório e ficar horas esperando um retorno: o sistema em nuvem e compartilhado permite que qualquer um com acesso a sua ficha de trabalho possa ajudá-lo em instantes.

2) Dashboard financeiro digital: esse tipo de plataforma permite a análise de dados dos clientes, possibilitando o acompanhamento ano após ano. É uma ferramenta de gestão compartilhada que, pela integração de informações, permitem agilizar os processos e acompanhar a contabilidade ao mesmo tempo que o cliente.

3) Comunicação humanizada, mesmo no digital: não importa o quanto avancemos em tecnologia, somente uma pessoa poderá transmitir confiança para outra pessoa. Entender o que o cliente precisa e oferecer um atendimento personalizado, empático e, acima de tudo, humanizado, será o diferencial dos escritórios de contabilidade.

4) Integração com o sistema de gestão: a contabilidade nunca deve estar separada das outras áreas administrativas da empresa. Qualquer alteração na saúde financeira da empresa tem impacto em todas os setores – em algumas vezes, até no quadro de funcionários. Por isso, é preciso enxergar a empresa como um organismo completo.

5) Produtos diversificados: o impacto da crise econômica provocada pelo Covid-19 já é sentido por muitos negócios. Por isso, os escritórios de contabilidade precisam estar atentos para oferecer serviços de acordo com a demanda e o perfil do empreendedor, para todos os portes de investimento das empresas. É preciso caber no bolso. Na Capital Social, temos o Contabilizo, um atendimento sob demanda a um custo reduzido, voltado para empresas de serviços com pouca movimentação.

A contadora espera que a contabilidade passe a ser vista com outros olhos e que se entenda que o contador é um parceiro que está ali para ajudar na saúde financeira do negócio. “Com agilidade e humanização dos processos, ficará mais fácil garantir a sobrevivência de muitos negócios nos próximos anos” finaliza Regina.

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“Alta Performance” é o tema do Workshop online do Grupo Bridge que começa amanhã

O Grupo Bridge, empresa especializada em desenvolvimento humano e de líderes, há mais de 25 anos no mercado nacional, promove Workshop de práticas para a alta performance, idealizado para potencializar a capacidade do indivíduo de se reinventar e também para garantir assertividade nas ações. O Workshop online “Práticas para a alta performance” compreende cinco encontros ao vivo (online) com as melhores práticas para o desenvolvimento integrado, certificado de conclusão e bônus de duas mentores. O Workshop é indicado para “Líderes de áreas, Gestores de Times ou Grupos RH/BPs/DO” e inicia em 2 de junho.

“Estamos vivenciando um cenário que além de provocar mudanças rápidas, exige muito do eixo emocional e relacional de cada indivíduo, por isso acreditamos que o desenvolvimento pessoal precisa sempre ser revisitado. O Workshop auxilia no desenvolvimento contínuo, através dos cinco eixos da vida de forma integrada para garantir a evolução profissional necessária na atuação em cenários de maior complexidade”, explica Celso Braga, sócio-diretor do Grupo Bridge.

Os 5 eixos da vida, (físico, conhecimento, emocional, relacional e transcendental) são sempre revisitados na metodologia de trabalho do Grupo Bridge, empresa há mais de 25 anos no mercado nacional, para todos os clientes e é essencial para qualquer pessoa, principalmente no momento atual. “O equilíbrio de cada indivíduo constantemente é colocado a prova, por isso, em tempos de pandemia, todos precisam estar atentos e concentrados, principalmente, para não perder a alta performance, importante tanto na competitividade quanto nos anseios pessoais”, explica Celso Braga, sócio-diretor do Grupo Bridge.

O Workshop contará com mais de 10 horas de conteúdo ao vivo e online, sendo cada encontro virtual com duas horas de duração e com número limitado de participantes. Cada encontro contará também com o MDI, Mapa do desenvolvimento integrado e participantes que completarem os cinco encontros do Workshop, ganharão duas mentorias individuais.

Agenda do Workshop do Grupo Bridge:

02 de junho, às 18 hs – 1º Encontro – Eixo Físico

09 de junho, às 18 hs – 2º Encontro – Eixo Emocional

16 de junho, às 18 hs – 3º Encontro – Eixo Relacional

23 de junho, às 18 hs – 4º Encontro – Eixo Conhecimento

30 de junho, às 18 hs – 5º Encontro – Eixo Transcendental

Inscrições: Workshop Práticas para a Alta Performance ou no email: [email protected] Tel. 2095-5510

Saiba mais sobre os 5 eixos

Eixo Físico – Responsável pela quantidade de energia que dispomos, é uma fonte de combustível. Assim como o automóvel, não adianta ter o melhor carro, mas estar sempre com o combustível na reserva.

Eixo Conhecimento – Responsável pela concentração da energia, é capaz de manter o individuo atualizado. Com este eixo bem desenvolvido é possível resolver problemas e tomar decisões de forma mais assertiva.

Eixo Emocional – É responsável pela qualidade da nossa energia. Pela forma como lidamos com situações de estresse, pela manutenção ou constante oscilação do nosso humor, pelo sagrado limite da nossa paciência e, acredite, até pela nossa imunidade.

Eixo Relacional – Este eixo é responsável pela forma como disseminamos a nossa energia. Pela forma como criamos e cultivamos as nossas diferentes relações ao longo do tempo. Pela quantidade e qualidade dos vínculos que temos com as pessoas e pelo quanto de tempo conseguimos mantê-los. A qualidade desses vínculos é o mais importante, se são espontâneos e saudáveis, ou se são limitantes e tóxicos.

Eixo Transcendental – Este eixo é responsável pelo direcionamento da nossa energia para algo além de nós mesmos. Ou seja, é responsável pelo nosso propósito de vida!

Há 25 anos no mercado nacional, o Grupo Bridge, empresa de soluções em desenvolvimento humano, atua fortemente na prestação de serviços de consultoria para empresas de diferentes segmentos utilizando metodologia autoral pautada por três principais autores: Jacob Levy Moreno, Paulo Freire e Humberto Maturana. Fruto de uma parceria entre Celso Braga e Sérgio Cruz, ambos psicólogos e especialistas no comportamento humano, o Grupo Bridge apresenta como principal atuação o desenvolvimento de lideranças, das relações entre as pessoas e da cultura das organizações. Em 2018, a empresa reposicionou o seu negócio através de quatro submarcas: Bridge (consultoria para empresas, que existe desde 1995), X.Five (desenvolvimento de pessoas), Bridge 36,5° (responsabilidade social), e IBEX- Innovation Bridge Experience (experiências, eventos e publicações de inovação).

A organização conta com mais de 30 colaboradores e atende empresas como Bradesco, Bosch, Bayer, Cielo, Epson, Hospital Beneficência Portuguesa, Cinemark, Arcor, Pfizer, entre outras.