Conheça 10 grandes fracassos tecnológicos

Há produtos que mudam e influenciam o mundo ao nosso redor, como é o caso do iPhone, Walkman, entre outros. E há produtos que são tão espetacularmente ruins que eles merecem ser imortalizados.
Nos últimos anos, o mercado da tecnologia tem tentado criar gadgets de vários tipos para “solucionar” os mais diversos problemas do usuário, sejam banais ou não. Alguns deles falharam miseravelmente.
Confira a lista com 10 grandes fracassos tecnológicos.

10 – Samsung Galaxy Note 7 (2016)

Samsung Galaxy Note 7
Depois de receber muitos elogios e com criticas destacando principalmente a boa câmera, a resistência a água e seu design elegante, o novo aparelho da Samsung, o Galaxy Note 7 explodiu… literalmente.
No mesmo mês de lançamento, agosto de 2016, os elogios ao Galaxy Note 7 foram substituídos por noticias de que os aparelhos estavam pegando fogo, vazando fumaça (toxica por sinal) ou, simplesmente, explodindo. O problema era causado por conta da baixa qualidade no processo de produção dos componentes, segundo a própria Samsung. Além disso, levar um Galaxy Note 7 a um voo passou a ser considerado crime federal com a possibilidade de até 10 anos de cadeia nos EUA e várias companhias aéreas, inclusive no Brasil, proibiram a entrada de pessoas com o aparelho.
Em 10 de outubro de 2016, a Samsung suspendeu as vendas e disse que o smartphone seria descontinuado no dia seguinte.

9 – Oakley Thump (2004)

Oakley Thump
Antes de haver o Google Glass, havia o Oakley Thump. O Oakley Thump nada mais era do que um óculos de sol com um MP3 player. Além de feio, os controles de áudio em difíceis de se usar e os usuários estavam presos a miserável memória de 256MB para o armazenamento das músicas. O preço de lançamento também não ajudou na “popularização” do gadget, ele foi vendido inicialmente pelo preço de $495 dólares.

8 – Twitter Peek (2009)

Twitter Peek
Nem todos os dispositivos de uso único são ruins, mas este foi o pior. O Twitter Peek permitiu que os fãs do Twitter verificassem seu feed e publicassem atualizações usando um teclado embutido. Embora bonito, o dispositivo mostrava apenas previews de 20 caracteres de seus Tweets, forçando você a clicar para ver mais.
O Twitter Peek usava os serviços das redes de celulares e poderia ser adquirido pelo preço de US$99 com 6 meses de serviço gratuito, os meses posteriores custariam US$7,95 cada. Ou então, você poderia pagar US$199 adquirir o aparelho e ter acesso ilimitado ao Twitter.

7 – MSN Direct Smart Watch (2004)

MSN Direct Smart Watch
Literalmente e figurativamente, o MSN Direct Smart Watches estava à frente do seu tempo. Com ele era possível verificar as cotações de ações, noticias, verificar o tempo via ondas de rádio FM por US$9,99 por mês. Fora o pagamento mensal pelos serviços, o aparelho custava em torno de US$299 e isso era muito caro para maioria das pessoas na época. O hardware desapareceria do mercado em 2008.

6 – iSmell (2001)

iSmell
Para aqueles de vocês que não estão familiarizados, o iSmell foi um produto que continha um cartucho com 128 “odores primários” que poderiam ser misturados para formar um cheiro que supostamente emanava de um site que você estava visitando ou e-mail que você abriu. Sim, isso realmente existiu e não, não foi um sucesso.

5 – CueCat (2000)

CueCat
Lançado no auge do boom tecnológico no final dos anos 90, o CueCat foi um fracasso massivamente caro. O CueCat era um pequeno gato de plástico branco com um sensor de infravermelho embutido que se conectaria à porta PS2 do seu computador e digitalizaria códigos de barras que o levariam a um site relacionado, basicamente o que um smartphone faz ao ler um QR Code hoje em dia.
Ao contrário do seu smartphone, o CueCat ficaria preso à sua mesa e em 2000 a interatividade com a Internet não era o que é hoje. O mercado não estava pronto. E nem o produto.

4 – Microsoft Bob (1995)

Microsoft Bob
Projetado para ser uma interface mais fácil para novos usuários de computador, Bob imaginou seu computador como sua casa – com você como convidado. Sempre complacente, ele até mesmo fornecer sidekicks para guiá-lo através de tarefas simples. O software era caro e com o visual excessivamente fofo, e não conseguiu competir com Macintosh da Apple, na fácil utilização. E embora o Bob tenha desaparecido há muito tempo, ele deixou uma maldição que perdura até os dias de hoje: a fonte Comic Sans, talvez a pior fonte de todos os tempos, foi criada exclusivamente para o Bob.

3 – Feel Bright Light (2007)

 Feel Bright Light
O Feel Bright Light é um boné ou viseira com uma luz fotossintética embutida. A ideia por traz dele é que você possa realizar uma terapia de luz em qualquer lugar. E é só isso mesmo.
Ele foi lançado ao preço de US$199,95 e lhe concedia 30 minutos de terapia de luz cada vez que você usá-lo.

2 – BagTV (2008)

BagTV
É isso mesmo que você está vendo, uma bolsa com um monitor LCD de 7 polegadas e um DVD player construído para ele.
O BagTV foi lançado em 2008 e era vendido pelo valor de US$436! Não só a ideia é ruim, mas é insanamente caro também. Por favor, alguém justifique a existência desta coisa para mim.

1 – Xybernaut Poma (2002)

Xybernaut Poma
Desenvolvido pela empresa Xybernaut, o Poma (PersOnal Media Appliance) era para ser um computador portátil. O Poma foi um fracasso, não apenas pela aparência ridícula, mas os usuários que adquiriram o produto também reclamavam da duração da bateria.
A Xybernaut tentou criar outro produto portátil, o Xybernaut MA-V, que não fugia muito do que era o Poma.
Em 2005, Edward e Steven Newman, fundadores da Xybernaut, foram indiciados por crimes que envolviam fraude na venda de ações da Xybernaut, extorsão, lavagem de dinheiro, entre outros diversos crimes. Mas por que estou falando sobre isso? É simples, um dos setores da empresa utilizados para “lavar” o dinheiro, era o setor de desenvolvimento de equipamentos portáteis e o Poma e MA-V foram os produtos que nasceram dessa “lavagem”.
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